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Comunicado 01/07 14FEV2007
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A união prevalece Não procurando outras maneiras de ser melhor sucedida, a tutela dos militares insiste em tratar mal o seu capital humano, atropela direitos e princípios, fazendo questão de lhes obrigar os movimentos quais marionetas presas a fios, privando-os da liberdade que conquistaram em Abril e que se vai perdendo de vista. Por detrás dos castigos aplicados, está uma racionalidade muito limitada que subverte a democracia e prevarica por não querer entender a extensão da evolução de uma sociedade e de um estado de pleno direito. A lei não é uma informação assimétrica, a lei é do conhecimento geral, mas os direitos dos militares, enquanto cidadãos, continuam a ser ora negados ora ignorados, causando-lhes um sentimento de agonia e repugna que apenas encontra paralelo na agressão do inimigo e na dor de uma bala recebida no peito, aqueles que deveriam ser os únicos e penosos fardos de quem pela Pátria veste uma farda, para além do contracto imperfeito, vago e não explicito sobre o que cada uma das partes deve fazer se as condições mudarem. É desejável que esta situação mude rapidamente. É urgente, no seio das instituições e na sociedade, uma reflexão de respeito pelos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos em uniforme. Aos concidadãos, Sargentos detidos, um abraço fraterno e solidário da Associação de Praças da Armada.
Lisboa, 14 de Fevereiro de 2007 O Presidente da Direcção, Luís Reis Associação de Praças da Armada Rua Varela Silva, Lote 12 - Loja B - Ameixoeira - 1750-403 LISBOA.
E-Mail: direccao@apracas.pt
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