Mortos da guerra do Ultramar abandonados em África.

Não foram esquecidos pelos companheiros de armas.

Resgatemos os seus restos mortais para Portugal.

 

Movimento Cívico de Antigos Combatentes

m.civicoantigoscombatentes.2006@gmail.com

 

COMUNICADO DE IMPRENSA

  

NA QUINTA-FEIRA, DIA 22 DE JANEIRO DE 2009 PELAS 12h00 HORAS, FOI ENTREGUE NA ASSEMBLEIA RÉPUBLICA AO SNR. PRESIDENTE DA AR PROF. DR. JAIME GAMA, EM AUDIÊNCIA ESPECIFICA PARA O EFEITO, UMA PETIÇÃO DE CERCA DE 12.000 ASSINATURAS PARA TRANSLADAR  PARA PORTUGAL OS RESTOS MORTAIS DOS MILITARES PORTUGUESES MORTOS DURANTE A GUERRA DO ULTRAMAR.

 

Integraram a Comissão que realizou a entrega:

 

- José Nascimento Rodrigues,

- António Brito,

- Joaquim Coelho, 

Autores da Petição e em representação do MCAC – Movimento Cívico de Combatentes

 

- Augusto de Freitas,

Presidente da APVG – Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra – Associação com cerca de 50.000 associados.

 

- Armando Vieira,

Presidente da ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias

 

- Moreira Marques,

Que realizou o feito notável de, sozinho, se ter deslocado a Moçambique e resgatado os restos mortais de dois militares portugueses que morreram em combate. Estes militares, eram naturais da Freguesia de S. Miguel do Outeiro, da qual Moreira Marques é Presidente.

 

Movimento de Antigos Combatentes:

 

Os antigos combatentes estão mobilizados para que se faça a transladação dos irmãos de armas que morreram durante a guerra colonial e foram abandonados.

 

Criado em Outubro de 2006, o Movimento Cívico de Antigos Combatentes, lançou em 10 de Junho de 2008 uma gigantesca campanha de recolha de assinaturas para uma Petição a entregar à Assembleia da República.

 

Esta campanha foi possível com o apoio dos combatentes de África e de outros cidadãos, também eles chocados com a realidade desses locais, mostrados na reportagem da RTP de 20 de Setembro de 2006.

  

Nessa reportagem, podem ver-se lixeiras e construção de casas por cima de campas de militares portugueses no cemitério de Bambadinca, na Guiné-Bissau, perante a passividade das autoridades portuguesas em Portugal.

 

Revoltados com a situação, os antigos combatentes responderam em massa à chamada. Seis meses volvidos sobre o início deste combate sem armas, os soldados de África estão mais do que nunca envolvidos nesta luta que querem ganhar.

 

Um único objectivo:

Conseguir que até 10 de Junho de 2012, os restos mortais dos militares que morreram em combate pela Pátria e ainda lá se encontram, abandonados e sem dignidade, regressem finalmente a Portugal, tenham a homenagem que merecem, entregues às famílias e amigos para, finalmente, poderem repousar em paz num local digno.

 

Participam e colaboram nesta missão:

 

  • MCAC – Movimento Cívico de Antigos Combatentes

  • APVG – Associação Portuguesa de Veteranos de Guerra

  • ANCU – Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar

  • ADFA – Associação dos Deficientes das Forças Armadas

  • APOIAR – Associação de Apoio aos Ex-Combatentes Vitimas do Stress de Guerra

  • APEM – Associação Portuguesa de Ex-Combatentes Militares

  • ANAFRE – Associação Nacional de Freguesias

  • APA – Associação de Praças da Armada

  • Associação dos Antigos Combatentes do Ultramar do Concelho de Cuba

  • Associação de Pára-quedistas de Terras de Santa Maria

  • Associação de Pára-quedistas de Guimarães

  • Alguns Núcleos da Liga dos Combatentes

 

PONTOS E LOCAIS DE INFORMAÇÃO E RECOLHA DE ASSINATURAS:

 

PORTUGAL:


Abrantes – Alferrarede – Almada – Alter do Chão – Asseiceira – Aveiro - Barreiro - Braga – Caminha – Caneças – Castelo de Paiva – Constância - Ermesinde – Figueira da Foz – Gafanha da Encarnação - Gondomar – Guimarães - Lagoa – Lisboa – Lousã – Mafra – Marco de Canavezes – Marinha Grande – Mem Martins - Olhão – Pedone - Ponte de Sor – Portimão - Porto – Rio de Mouro – Rio Maior – Samora Correia – Santarém – S. Facundo – Sesimbra – Setúbal – Sines – Sintra– Sobreda/Almada – Terras de Santa Maria - Tondela – Vale Frechoso – Valença do Minho – Vila das Aves - Viana do Castelo – Vila Nova de Gaia – Vila Nova da Barquinha.

 

FRANÇA:
Lyon

 

Este projecto só é possível pelo envolvimento,

 

 DAQUELES QUE PERMANECEM FIÉIS AOS SEUS PRINCÍPIOS, PERFILHAM O RESPEITO, O SENTIDO DA HONRA, DO DEVER E DA DIGNIDADE”.

 

Movimento Cívico de Antigos Combatentes

 

Janeiro de 2009