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Como surgiu a Associação representativa das Praças

Foi fundada em 24 de Fevereiro de 2000, como Associação de Praças da Armada. A sua criação foi um marco histórico, foi uma grande vitória da democracia para as Praças que vinham vendo os seus direitos sonegados e oprimidos, sem direito de resposta ou defesa.

Em 2010, por necessidade de chegarmos aos Praças do Exército e da Força Aérea, procedeu-se à reestruturação estatutária necessária e o seu nome foi alterado para Associação de Praças. Consideramos que esta alteração conduz à melhor defesa dos direitos consagrados na Constituição e nos diversos complexos normativos legais que regem a actividade das Forças Armadas Portuguesas.

A Associação de Praças não faz nada! Está tudo cada vez pior!

Como as restantes associações, não temos poder de decisão. A nossa tarefa é servir como elo de ligação com as estruturas hierárquicas da tutela civil e militar, elo esse que vai dando frutos do seu trabalho a cada momento que passa, dando respostas às nossas ideias e defendendo os direitos, expetativas e interesses dos Praças com resultados positivos, enfim, defendendo a CONDIÇÃO MILITAR. Devemos perceber que sem uma atividade associativa séria e responsável, estaria tudo muito pior. O que é necessário é colaborarmos e participarmos nas atividades da Associação de Praças, dando força e mais voz à nossa Associação.

O meu vencimento é baixo. Tenho de cortar nas despesas!

A nossa quota é mensal, acessível e está ajustada à remuneração de cada posto: CMOR – 3,60€ CAB – 2,90€ / 1MAR/CADJ – 2,20€ / 2MAR/1CAB – 1,90€ / 1GR/2CAB – 1,70€ / 2GR/SOLD – 1,50€

Só com um grande incremento de associados é possível ter recursos financeiros mínimos para realizarmos as tarefas com a seriedade necessária. Ao tornares-te Associado usufrui dos nossos protocolos, dos seus serviços e descontos, encontrarás condições para fazeres face ao custo de te tornares Associado.

As associações só servem para dar “tachos”! Não vou gastar o meu dinheiro com eles!

A nossa Associação não tem vícios e espera nunca os ter! Como se rege por critérios de seriedade e tem como princípio fundamental a independência política, financeira e religiosa, os nossos dirigentes não se podem aproveitar dela para se promoverem nestes domínios. E quem não contribui para reivindicar a melhoria das suas condições socioprofissionais, a defesa dos seus direitos e a dignificação da classe, não tem a autoridade moral para criticar o trabalho de quem dedica uma parte do seu tempo familiar e de lazer na luta pelos direitos da Categoria de Praças. Além de que a maioria dos seus dirigentes encontram-se na efetividade de serviço. 

Quando precisar de ajuda, contrato um advogado!

É muito mais fácil e rápido contar com o apoio jurídico, gracioso, do nosso departamento jurídico através do advogado e com a vantagem de tratarem diretamente os assuntos do âmbito socioprofissional.

Vocês não têm delegação perto de onde eu moro. Se eu precisar de resolver alguns problemas, não tenho onde ir!

Só podemos abrir delegações onde tivermos sócios e condições financeiras que permitam colocá-la a funcionar. Porém não nos podemos esquecer que vivemos numa “aldeia global”, em que quase tudo se resolve com acesso às novas tecnologias.

A situação na vida militar está cada vez pior e não vale a pena “remar contra a maré”. Quem tenta fazê-lo é que fica mal!

Se ao longo dos séculos, o pensamento tivesse sido esse, ainda hoje viveríamos na Pré-História! A união pela melhoria das nossas condições socioprofissionais tem de partir de cada um de nós. Se não fizermos a nossa parte, não podemos esperar que sejam os outros a defender os nossos direitos.

Em Países como a Holanda, a Alemanha, a Suécia, a Irlanda e outros, os níveis de representatividade das Associações/Sindicatos rondam os 90%, o que fortalece a capacidade reivindicativa das mesmas.

Em Portugal estamos longe desses números, mas, acreditando nos bons exemplos, estamos certos que fortalecer a Associação de Praças é o caminho para a defesa dos direitos, liberdades e garantias da nossa Categoria.

Não fiques indiferente ou alheio à realidade.

Deixa-te contagiar.

Associa-te na Associação de Praças.

Associa um(a) Camarada.

Ajuda a engrossar a nossa voz!